Estado tem 8 casos confirmados de H1N1 e vacinação alcançou pouco mais de 50%

Até agora houve uma morte por influenza B confirmada no estado. Vacinação segue até 1º de junho em todo o estado; até agora 52,9% do público foi imunizado.

O Tocantins teve até o momento 19 casos de influenza confirmados pela Secretaria Estadual de Saúde em 2018. O balanço foi divulgado na manhã desta terça-feira (15). Dentre estes casos, estão oito confirmações da gripe H1N1. O estado também teve uma morte por influenza B confirmada neste ano.

A campanha de vacinação contra a gripe segue até 1º de junho. Até agora, pouco mais de 52% do público alvo foi vacinado no estado, segundo dados da secretaria de saúde. Em Palmas, cerca de 70% do público está imunizado. Porém, a procura pela vacina nas maiores cidades do estado foi pouca durante o dia D da campanha.

Segundo o levantamento da secretaria, até o momento foram notificados 195 casos suspeitos de influenza desde o início do ano. Destes, 136 foram descartados para qualquer tipo da doença. Outros 40 seguem sob investigação.

Os casos confirmados são: quatro de influenza B e 15 de influenza B, sendo oito de H1N1, quatro de H3N2 e outros três tipos não identificados.

Morte

A primeira morte por Influenza B no Tocantins esse ano foi confirmada no início de maio. Segundo a Vigilância Epidemiológica das Doenças Transmissíveis e não Transmissíves da Secretaria Estadual da Saúde, a paciente é uma mulher de 44 anos que morreu em abril em Lagoa do Tocantins.

No ano passado, o estado confirmou 31 casos de Influenza, sendo que 23 foram casos de Influenza A ou H3N2 e oito por Influenza B. Nenhuma morte foi registrada. Em 2016, foram quatro casos, sendo três por H1N1 e um por Influenza B.

Importância da vacina

A vacina para este ano é trivalente e imuniza contra os vírus H1N1, H3N2 e Influenza B. Veja abaixo os pontos de vacinação nas três maiores cidades do estado.

Os principais sintomas da gripe H1N1 são os mesmos de um estado gripal comum, como febre que dura entre 3 e 5 dias, tosse seca, secreção e dores no corpo. Se os sintomas persistirem por vários dias a recomendação é procurar atendimento médico.

Segundo a Secretaria de Estado da Saúde, a melhor forma de prevenir a doença é por meio da vacinação, que está disponível nas salas de vacinação do Estado. Outra forma de prevenir a transmissão do vírus é a higienização das mãos, principalmente com álcool gel.

Os grupos prioritários para receber a vacina são:

  • Crianças de seis meses à menores de cinco anos;
  • Indígenas a partir de seis meses de idade;
  • Gestantes de qualquer idade gestacional;
  • Puérperas, até 45º dia após o parto;
  • Trabalhadores da Saúde;
  • População de 60 anos e mais;
  • População privada de liberdade e funcionários do sistema prisional;
  • Adolescentes e jovens de 12 a 21 anos de idade sob medidas socioeducativas;
  • Portadores de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais;
  • Professores da rede pública e privada.

Via g1

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