Começa em Porto Nacional campanha de vacinação contra gripe

De 23 de abril a 1º de junho acontece em todo território nacional a Campanha Nacional de Vacinação contra Influenza (H1N1). Em Porto Nacional, a vacina será disponibilizada nas 15 salas de vacinas que estão localizadas em todas as Unidades Básicas de Saúde do município e Distrito de Luzimangues. Já o Dia D de vacinação está marcado para 12 de maio.

A meta do Município é vacinar 14.840 pessoas contra à Influenza. De acordo com a Diretoria de Vigilância em Saúde de Porto Nacional, o Ministério da Saúde enviou 5.940 mil doses para iniciar a campanha, que representa 40% das doses a serem aplicadas. O restante será enviado posteriormente.

As doses serão destinadas aos grupos prioritários determinados pelo Ministério da Saúde. “Os grupos prioritários são mais vulneráveis e apresentam maior possibilidade de agravamento dos sintomas da influenza, levando a pneumonias, insuficiência respiratória e complicações”, afirmou a Secretária de Saúde, Anna Crystina Brito.

Grupos prioritários

Fazem parte dos grupos prioritários as crianças a partir de 06 meses até menores de 05 anos, gestantes em qualquer idade gestacional, puérperas até 45 dias pós parto, idosos a partir de 60 anos, portadores de doenças crônicas com atestado médico, professores de escolas públicas e privadas e profissionais da saúde. Para vacinar é necessário apresentar o cartão de vacinas.

Sobre a doença

De elevada transmissibilidade e distribuição global, a Influenza é uma doença respiratória infecciosa de origem viral, sua facilidade de se disseminar é uma grande preocupação. A doença pode ser causada pelos vírus influenza A, B e C.

Os vírus A e B apresentam grande importância clínica. Estima-se que, em média, as cepas A causem 75% das infecções, mas, em algumas temporadas, ocorre o predomínio das cepas B. Os tipos A e B sofrem frequentes mutações e são responsáveis pelas epidemias sazonais que, frequentemente, são associadas ao aumento das taxas de hospitalização e morte por pneumonia especialmente em pacientes que apresentam condições e fatores de risco.

“Importante ressaltar que a vacina não é capaz de desenvolver a doença, afinal, ela é produzida através de vírus inativos, ou seja, vírus mortos, então esses vírus não tem a capacidade de desenvolver a influenza, geralmente o que acontece é que o período da campanha se dá em uma época propícia para o aumento no número dos casos das doença, chamamos esse período de Período Gripal, então as pessoas que tomaram a vacina e logo após ficaram doentes não foi a vacina que as deixaram gripadas, elas já foram tomar as vacinas com a gripe instalada”, explicou o Diretor de Vigilância em Saúde, José Roberto.

(Ascom Porto Nacional)