Com a força produtiva do Matopiba, Porto do Itaqui envia para o exterior 5% a mais de soja no primeiro trimestre deste ano

No Tocantins, por exemplo, a área total plantada com soja, nesta safra, é de 992 mil hectares, com uma produção prevista pela Conab de 2,967 milhões de toneladas – cerca de 5% a mais do que no último ciclo.

O Porto do Itaqui mantém a curva de crescimento na exportação de soja. No primeiro trimestre deste ano foram enviadas para fora quase 922 mil toneladas do grão, 5% a mais que no mesmo período do ano passado, quando foi alcançada a marca de 878 mil toneladas.“A expectativa é de crescimento maior a partir do segundo trimestre, seguindo em alta até meados do ano. O produtor maranhense apostou e vai colher uma supersafra, o que vai levar o Itaqui a novos recordes”, afirma o presidente da Empresa Maranhense de Administração (Emap), Ted Lago.

Embarcações de diversas partes do mundo – como China, Espanha e Holanda – atracaram no Itaqui para levar a soja produzida não só no Maranhão, mas também em Tocantins, Mato Grosso, Piauí e Pará. Isso mostra como o Porto do Itaqui se tornou um empreendimento estratégico para os Estados vizinhos escoarem a produção.

No Tocantins, por exemplo, a área total plantada com soja, nesta safra, é de 992 mil hectares, com uma produção prevista pela Conab de 2,967 milhões de toneladas – cerca de 5% a mais do que no último ciclo.

AS EXPORTAÇÕES

A exportação de soja respondeu por 29% do total de movimentações do Porto do Itaqui entre janeiro e março de 2018. Os derivados de petróleo vieram em seguida. Celulose, fertilizantes e cobre também fazem parte das cargas mais movimentadas no primeiro trimestre deste ano.

Para levar e trazer toda essa carga foram feitas cerca de 160 atracações no período, com embarcações de países como EUA, Alemanha, Marrocos, Canadá, Arábia Saudita, Rússia, Japão e Emirados Árabes Unidos.

Desde 2015 o Porto do Itaqui vem passando por um processo acelerado de modernização, que o tornou mais atraente para as companhias de todo o mundo.

Atualmente, o tempo de espera dos navios é o menor em toda a história do porto, com redução de mais de 50%. De 2014 para cá, essa média caiu de 85 para 35 horas.

Tudo isso significa mais empregos e mais estímulo para a economia do Maranhão. O Itaqui hoje gera cerca de 14 mil empregos no Maranhão e ao longo da área de influência do porto. (Do Governo do Maranhão)