Reunião técnica da Rede PCR é realizada para definir formações para 2018

Avaliadores educacionais e coordenação da Rede do Planejamento dos Planos de Carreira e Remuneração (PCR) reuniram-se nesta terça-feira, 6, em Palmas, para planejamento das formações e atividades da rede PCR para 2018, bem como para socialização das demandas elencadas na reunião dos coordenadores com a Diretoria de Valorização dos Profissionais da Educação (Divape) ocorrida no Ministério da Educação (MEC) em fevereiro deste ano.

Conforme Ângela Jungblut, gerente de Avaliação e Desempenho e coordenadora Estadual da Rede PCR da Secretaria de Estado da Educação, Juventude e Esportes, o objetivo de todo o trabalho consiste em oferecer apoio técnico para gestores e comissões educacionais. “Vamos dar continuidade às orientações às comissões instituídas do PCR em todos os municípios do Estado. Isso com vistas a atender o estabelecido na meta 18 do Plano Nacional de Educação, que aponta que todos os municípios devem ter seus PCRs elaborados ou adequados, de acordo com a lei do piso nacional”, ponderou.

Segundo Odaleia Barbosa de Souza Sarmento, avaliadora educacional, responsável pelo acompanhamento de 48 municípios, das regionais de Guaraí, Pedro Afonso, Miracema, Palmas e Paraíso, as orientações são importantes para todos. “O trabalho a ser realizado com as comissões do PCR em 2018 é de orientação no que se refere a elaborar ou adequar os planos de carreiras, numa agenda coletiva para a gestão da carreira com valorização dos profissionais e equilíbrio financeiro”, comentou.

 

Meta 18

A Meta 18 do Plano Nacional de Educação (Lei nº 13.005/2014) obriga que a União, os estados, municípios e Distrito Federal garantam planos de carreira e remuneração para os profissionais da educação escolar básica pública, denominação definida no artigo 61 da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei nº 9.394/96).

Segundo a avaliadora educacional, Amanda Cavalcante Rodrigues, o PCR “consolida a carreira, o ingresso, as progressões e as condições de trabalho”, enfatizou.

A também avaliadora educacional, Érica de Cássia Maia Ferreira, o trabalho desenvolvido desde 2016, possibilitou o “empoderamento dos profissionais da educação, através das comissões do PCR de cada município o que permitiu uma reflexão da carreira e sua efetivação em projeto de Lei”, destacou.

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